Central de ferramentas · Manutenção & Confiabilidade
Ferramentas gratuitas para técnicos e gestores de manutenção. Entre com o número da sua máquina, saia com o diagnóstico. Sem cadastro, sem artigo para ler.
Calculadora 01
Informe o tipo de máquina, a potência, o tipo de fundação e o valor RMS de vibração (mm/s). A calculadora devolve a zona de severidade A / B / C / D com a recomendação normativa. Valores de referência conforme a ISO 20816-3:2022 (substituiu a ISO 10816-3:2009, retirada) e a ISO 20816-1:2016 (substituiu a ISO 10816-1:1995).
O número mostra onde a máquina está — mas não por quê. A medição contínua revela a origem da vibração antes da parada.
Calculadora 02
Informe a rotação do equipamento e a frequência do pico dominante no espectro. A ferramenta cruza com as frequências características — 1×, 2×, 3×, harmônicos, passagem de pás e componentes de rolamento (BPFO, BPFI, BSF, FTF) — e diz o que provavelmente está acontecendo.
Para chegar aqui você precisa de um espectro. Se hoje você só sente que "a máquina está estranha", o app gera o espectro a partir do acelerômetro do celular.
Calculadora 03 · Para quem aprova orçamento
A conta que o gestor de manutenção e o diretor industrial precisam ver. Informe o número de ativos críticos, o custo da hora parada e o histórico de paradas não planejadas.
Quer o relatório completo com o número fechado? Informe seu e-mail corporativo e libere o resultado detalhado (com payback do programa de preditiva).
Esse número é a justificativa. O próximo passo é mostrar que a medição de vibração resolve — em um piloto com os seus ativos.
Ferramenta 04
RMS ↔ pico ↔ pico-a-pico, mm/s ↔ in/s ↔ g ↔ dB, deslocamento ↔ velocidade ↔ aceleração. A frequência é obrigatória para converter entre grandezas — porque vibração é um fenômeno que depende da frequência, e entender isso já é meio caminho para analisar bem.
Ferramenta 05
Carga, rotação e capacidade dinâmica básica viram horas de vida estimada. Lembrete técnico: a vida L10 é estatística — 90% dos rolamentos passam dessa vida em condições limpas. A condição real de operação (contaminação, alinhamento, vibração) muda tudo — e é medível.
A fórmula assume rolamento limpo e bem lubrificado. Vibração acima da zona B encolhe essa vida real — e só a medição mostra se isso está acontecendo.
Ferramenta 06 · Didática
Escolha o tipo de falha, ajuste a gravidade e veja o espectro se montar. Material de ensino perfeito para equipes juniores — e para entender o que o app mostra na tela.
Esse é o tipo de gráfico que o app gera com o acelerômetro do celular — e que vira evidência na ordem de serviço.
Ferramenta 07
Criticidade, velocidade, idade e histórico viram uma recomendação prática: semanal, quinzenal, mensal ou trimestral. Rotina de medição é o que transforma dado em tendência.
Criar o hábito é o difícil. O app lembra você na data da próxima medição e guarda o histórico para mostrar a tendência.
Ferramenta 08
Checa se o seu dispositivo expõe o acelerômetro, se o navegador permite acesso e estima a taxa de amostragem disponível. Resolve a objeção número um antes que ela vire desculpa.
Requisito final: Android com acelerômetro. É isso — o app cuida do resto.
Ferramenta 09
Informe a rotação e até 5 picos do espectro (frequência + amplitude). A ferramenta calcula a relação de cada pico com a rotação e lista as possibilidades — sem diagnóstico automático, porque interpretação responsável considera direção, carga e histórico.
Falta o espectro. Se você só sente que a máquina mudou de comportamento, o app gera o espectro e os picos a partir do celular.
Ferramenta 10
Informe (ou deixe o navegador detectar) a taxa de amostragem do acelerômetro. A ferramenta mostra a frequência máxima teórica pela condição de Nyquist (taxa ÷ 2) e o que dá para enxergar dentro desse limite.
Quanto maior a taxa, mais longe no espectro você enxerga. O app aproveita a taxa nativa do acelerômetro do Android — e mostra o espectro inteiro dentro do seu limite real.
Referência rápida
Dados tabelados para consulta rápida. Valores de vibração RMS (2–1000 Hz) conforme a ISO 20816-3:2022 (grupos 1 e 2 de máquinas — substituiu a ISO 10816-3:2009, hoje retirada) e a ISO 20816-1:2016 (máquinas pequenas — substituiu a ISO 10816-1:1995).
| Máquina / fundação | Zona A (boa) | Zona B (aceitável) | Zona C (insatisfatória) | Zona D (perigosa) |
|---|---|---|---|---|
| Grandes máquinas > 300 kW · fundação rígida | < 2,3 mm/s | 2,3 – 4,5 mm/s | 4,5 – 7,1 mm/s | > 7,1 mm/s |
| Grandes máquinas > 300 kW · fundação flexível | < 3,5 mm/s | 3,5 – 7,1 mm/s | 7,1 – 11,0 mm/s | > 11,0 mm/s |
| Máquinas médias 15–300 kW · fundação rígida | < 1,4 mm/s | 1,4 – 2,8 mm/s | 2,8 – 4,5 mm/s | > 4,5 mm/s |
| Máquinas médias 15–300 kW · fundação flexível | < 2,3 mm/s | 2,3 – 4,5 mm/s | 4,5 – 7,1 mm/s | > 7,1 mm/s |
| Máquinas pequenas até 15 kW · fundação rígida | < 0,7 mm/s | 0,7 – 1,8 mm/s | 1,8 – 4,5 mm/s | > 4,5 mm/s |
| Máquinas pequenas até 15 kW · fundação flexível | < 1,1 mm/s | 1,1 – 2,8 mm/s | 2,8 – 7,1 mm/s | > 7,1 mm/s |
O que fazer em cada zona: A = operar e monitorar · B = operar com monitoramento reforçado · C = reparar no próximo planejamento (máquina ainda pode operar por período limitado) · D = parar — risco de dano catastrófico.
Nota sobre as normas: a ISO 10816-3:2009 foi retirada e substituída pela ISO 20816-3:2022; a ISO 10816-1:1995 foi substituída pela ISO 20816-1:2016. Os limites de zona A/B/C/D acima são os valores clássicos de avaliação por velocidade RMS (2–1000 Hz), mantidos nas edições atuais. A ISO 20816-3 encontra-se em revisão (FDIS em aprovação) — confirme a edição vigente na ISO ao citar.
| Padrão | Frequência | Assinatura típica no espectro |
|---|---|---|
| Desbalanceamento | 1× RPM | Pico dominante em 1×, alta amplitude radial |
| Desalinhamento | 2× e 3× RPM | 2× forte, 3× presente, alta vibração axial |
| Folga estrutural / mecânica | Múltiplos harmônicos (1×, 2×, 3×, 4×...) | Série de harmônicos, às vezes com 0,5× e sub-harmônicos |
| Passagem de pás | RPM × nº de pás | Pico em BPF + harmônicos, modulados por 1× RPM |
| Falha de rolamento | BPFO · BPFI · BSF · FTF | Picos não-harmônicos de 1×, com harmônicos e bandas laterais |
| Excentricidade / ovalização | 1× e 2× RPM | 1× alta com 2× presente, varia com carga |
| Cavitação (bombas) | Ruído de alta frequência | Piso de ruído elevado em 500–2000 Hz |
| Loose rotor bar (motores) | 1× ± 2× slip × fsupply | Bandas laterais em torno de 1× (2× slip) |
| Componente | Fórmula |
|---|---|
| FTF — gaiola | 0,5 × (1 − (d/D)·cos α) |
| BPFO — pista externa | (Z/2) × (1 − (d/D)·cos α) |
| BPFI — pista interna | (Z/2) × (1 + (d/D)·cos α) |
| BSF — elemento rolante | (D/2d) × (1 − ((d/D)·cos α)²) |
Z = nº de esferas/rolos · d = diâmetro do elemento rolante · D = diâmetro primitivo · α = ângulo de contato. Multiplique pela frequência do eixo (RPM/60) para obter Hz.
Do diagnóstico à medição em dois toques. Instale o Iconecte Vibra e transforme a percepção de "algo está vibrando" em dado que vai para a ordem de serviço.